“MORRER É NÃO TER NADA NAS MÃOS”, NUNO COSTA SANTOS

Conhecendo como conheço o Nuno, quando me dirigi hoje à livraria SolMar, em Ponta Delgada, já sabia, de antemão, que me iria encontrar com um livro de poesia [mais um] de grande qualidade – e que vem acrescentar relevo à literatura feita por açorianos, não tivesse o Nuno nascido no Livramento. Começando, este livro, pequeno,Continue a ler ““MORRER É NÃO TER NADA NAS MÃOS”, NUNO COSTA SANTOS”

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